Aracaju, 26 de Fevereiro de 2020

Médico orienta sobre doenças desencadeadas através do beijo

14/02/2020 16h:12 - Por Ascom/SSE

O carnaval se aproxima e com ele cresce o clima de azaração. Se há uma demonstração de afeto que a maioria das pessoas gostam é o beijo e, através dele, são inúmeros os benefícios, dentre eles a diminuição da ansiedade, o aumento da autoestima, a melhora do humor. Contudo, o beijo na boca também pode ser responsável pela troca de vírus, bactérias e várias doenças são transmitidas pela saliva.


Dessa forma, pode-se encontrar mais de 700 espécies de bactérias na cavidade oral, como os Lactobacilos, os Estreptococos e os Estafilococos, exemplos mais comuns e que podem levar a infecção da boca e garganta. Portanto, quem mais beijar bocas diferentes, mais chances têm de contrair doenças. O risco de contágio se amplia nos beijos em série, uma prática comum entre jovens em festas como o Carnaval.
 

Uma das doenças mais comuns é a Mononucleose infecciosa, é causada pelo vírus Epstein-Barr. É conhecida popularmente como doença do beijo,
 

O alerta é do gerente do Programa de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/Aids) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Almir Santana, salientando que não há medidas de prevenção para as chamadas ‘doenças do beijo’. “Nossa orientação é para que as pessoas evitem a disputa do beijo em série, porque essa prática potencializa o contágio. Mas é importante enfatizar que as doenças podem ser contraídas em apenas um beijo”, disse.
 

A mononucleose e a herpes labial são doenças tratáveis e em poucos dias o paciente fica curado, mas é aconselhável buscar atendimento médico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A primeira causa sintomas como febre, moleza no corpo, ínguas e às vezes a pessoa precisa ficar em casa de repouso para se recuperar. A segunda, a herpes labial, causa bolhas, coceira e ardor no conto dos lábios, segundo informou Almir Santana.
 

 

 

Fonte: Ascom/SSE

Comentários