Aracaju, 24 de Setembro de 2020

Os principais cômodos da casa que mudaram com a pandemia

28/06/2020 10h:55 - Por Redação - Foto: Pinterest

Com a pandemia do novo coronavírus, as pessoas estão mais tempo em casa, isso é fato. Agora, a maior parte de nossas atividades acontece no próprio lar. Para isso, muita gente teve que readaptar ambientes, transformando quartos, salas e até varandas de forma que ficassem mais funcionais. 


No ajuste de ambientes nesses períodos de isolamento, três deles passaram por maior mudança: a entrada da casa, a sala e o quarto. Parte dessas transformações foi em função de adaptar o local para um home office ou para dar mais segurança e higiene a nossa casa. Especialistas afirmam que essas mudanças devem permanecer mesmo depois da pandemia.

 

Hall de entrada
 

Antes da pandemia, eram pensados para transmitir beleza para quem entrava na casa. Desde a pandemia, essa função ficou em segundo plano e a prioridade, agora, é que esse ambiente seja utilizado para higienizar aqueles que entram na casa. Os aparadores contêm álcool em gel, para que assim que chegar a casa as mãos sejam higienizadas; foram inseridos cestos ou uma pequena sapateira para deixarmos os sapatos; além disso, um cabideiro para deixarmos a roupa e bolsas. Esse costume poderá se tornar um hábito mesmo após a pandemia, onde serão funcionais e priorizarão a segurança e a higiene, assim como já eram feitos  em países como Japão.

 

Home Office
 

O que já era uma prática comum em muitas profissões, principalmente ligadas à tecnologia, virou uma realidade para a maioria. Para quem não tinha um home office, foi preciso adaptar cômodos como a sala, a varanda ou o quarto para atender essa nova realidade. As casas pós-pandemia deverão ser projetadas com esse importante espaço ou criando espaços integrados que incluam o home office, pois, certamente, muitas pessoas vão continuar trabalhando nesse sistema.

 

Quartos: menos é mais
 

Os quartos foram os primeiros cômodos que as pessoas mexeram durante a pandemia. Os closets e guarda-roupas receberam “aquela” faxina e muita gente descobriu que tinha coisa demais sem utilidade. Alguns quartos passaram a ter menos móveis, guarda-roupas menos entulhados e muita coisa foi doada. Não tanto por uma questão de reconhecer que existe um consumo mais consciente e mais sustentável, mas, em muitos casos, por uma questão de saúde. A falta do auxílio de uma faxineira, é mais prático manter o quarto limpo e arejado com menos tranqueira. Esse propósito de adquirir menos coisas pode ser uma tendência para muita gente no mundo pós-covid.

 

 

                                                                                                     Foto: acasadelas

                          

 

 

                                                                                                          Foto: casavogue

                         

            

 

                                                                                                 

                            

     

 

                                        

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