Aracaju, 23 de Abril de 2018

Dia da Mulher: O que as heroínas da ficção já ensinaram sobre o verdadeiro feminismo

07/03/2018 23h:18 - Por Da Redação
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Mesmo como pano de fundo, o mundo do entretenimento vem alimentando o telespectador há décadas com histórias sobre feminismo, que inspiram e ensinam as mulheres da vida real sobre o verdadeiro significado do #girlpower! E para comemorar o dia delas, em 8 de março, o Omelete preparou uma lista de lições empoderadas das heroínas.

 

 

Confira:

 

Mulher-Maravilha: A mulher pode ser o que quiser

 

O filme da Mulher-Maravilha, lançado em 2017, foi alvo de várias polêmicas sobre questões feministas. Ele conta a história de uma mulher que opta por romper com crenças familiares e sociais para ser e viver o que está destinada. E essa história não percence só a Diana, ela é de todas as mulheres que já foram sufocadas por padrões pré-estabelecidos, provocando paralisia e falta de autoconhecimento. A lição da heroína é que é preciso romper com esses padrões e se reconhecer para ser o que você quiser ser.

 

 

Moana: Representatividade

 

 


Apresentada como a nova princesa da Disney, Moana transmite uma clara mensagem de representatividade. Ela não é mais uma princesa alta, magra, de pele branquinha e cabelos claros. A heroína representa a diversidade com sua pele morena, seus cabelos crespos e olhos amendoados. Dona do próprio destino, ela não espera ser salva, faz acontecer. Quando a ilha onde vive passa a enfrentar a escassez de frutos e peixes, a garota decide enfrentar os perigos do mar em busca de uma solução, mesmo contra a vontade de seu pai.

 

 

Jéssica Jones: Não ao abuso

 

 


Numa sociedade patriarcal e machista, relacionamentos no qual a mulher passa a ser obrigada a obedecer o homem é algo mais rotineiro e cotidiano do que podemos pensar. Jessica Jones representa, em diversos momentos, uma mulher que disse "não ao abuso", e que tenta, constantemente, superar os traumas e marcas que foram deixados. O vilão, Killgrave, usa seus poderes sobre-humanos para causar terror e tortura psicológica que se equiparam aos de qualquer homem abusador. Coincidência ou não, a segunda temporada da série estreia no Dia da Mulher.

 

 

Daenerys Targaryen: Resiliência

 

 


Ela foi vendida para um guerreiro, perdeu um filho, ficou viúva, foi traída… motivos suficientes para desistir de tudo, certo? Errado! Depois disso, Daenerys Targaryen, de Game of Thrones, conquistou um exército de homens, assumiu o posto de khaleesi (rainha), tomou para si a tarefa de acabar com a escravidão e partiu rumo ao trono de Westeros ao lado de seus três dragões. Uma verdadeira lição de resiliência para inspirar todas as mulheres.

 


Princesa Leia: Bela, Recatada e do Lar?

 

 


Em uma época em que as mulheres ainda lutavam por direitos básicos relacionados à liberdade de expressão, uma representante feminista apareceu para quebrar esteriótipos e padrões. Leia Organa, da saga Star Wars, nunca foi uma princesa recatada, que seguia regras e abaixava a cabeça para os homens, ao mesmo tempo em que mostrava que vulnerabilidade não é uma fraqueza. Apaixonada por Han Solo, Leia declara-se em uma cena icônica, revelando também o seu lado suave. A atuação revolucionária da saudosa Carrie Fischer inspirou força e confiança a uma legião de meninas mundo afora.

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