Aracaju, 10 de Dezembro de 2018

A importância do amor próprio para as mulheres

22/02/2018 09h:55 - Por Da Redação
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Muitas vezes a sociedade impõe padrões que nem sempre são alcançáveis. Pode ser um corpo escultural, ou então conseguir lidar com emprego, família e vida social, tudo de uma vez, sem um deslize. Nisso, também percebe-se a questão do machismo enraizado tão profundamente na população, que nem sempre é identificável de primeira.

 

Pequenos comentários como “Você fica melhor sem maquiagem!” ou “Que linda! Parece uma princesa!” podem parecer inofensivos, mas alimentam um comportamento de vaidade e objetificação da mulher para sempre estar bonita (mesmo que ‘naturalmente’), apresentável, e aguentar (comportadamente) os procedimentos e rituais para se conseguir tal feito. Além disso, se coloca que o único valor feminino, é a aparência.

 

Ainda, outros pensamentos como “Vestida desse jeito...você estava pedindo” ou “Se não quer que eu olhe, por que se veste desse jeito?” são ainda mais perigosos. Insinuam que a culpa pelas ações de terceiros é da vítima, e mostram que o respeito ao corpo do outro é nulo.

 

Em situações assim, no qual a enraização do pensamento é tão profunda, é importante quebrar o estigma logo cedo. O feminismo e empoderamento feminino não são apenas para trazer igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas também acabar com pensamentos como esses, que estão em diversas famílias e na criação das crianças, nos pensamentos não apenas de homens, mas de mulheres também.

 

Por isso, o incentivo de que não existe um padrão a se seguir é importante. Além de que o que você decidir para a sua vida, será o correto. O seu corpo, as suas regras. Quando envolve uma outra pessoa, sempre haverá o diálogo. E também sempre deve haver o respeito e a empatia. A questão do amor próprio, sem a necessidade de reafirmação com o próximo, é importante nesse sentido. Respeitar as suas vontades, as suas decisões, e não “dar o braço a torcer” pois outra pessoa não gostou.

 

No livro da psicóloga e escritora Beatriz Cortes, a personagem principal reforça a mensagem de respeito e amor próprio. No lugar de fala de pessoas que querem esperar o matrimônio para, então, iniciar as relações sexuais, a personagem Alice deixa o abusivo e traidor ex-namorado, para respeitar a decisão que tomou. E aprende que apenas terá como parceiros, pessoas que respeitem e entendam que o corpo é dela, e ela escolhe quando e com quem quer ter a sua primeira vez.

 

 

 

Sinopse: Quando a sorte é sua grande inimiga, conquistar o cara ideal é quase uma missão impossível

 

Alice é uma engenheira bem-sucedida que acaba de descobrir que carrega na cabeça um belo par de chifres. Inconformada com a situação, resolve abandonar o passado e seguir um novo caminho.

 

Mediante às suas novas escolhas, Alice é apresentada ao ruivo que produz nela sentimentos até então desconhecidos, pelos seus 25 anos. Para conseguir chamar a atenção do “Ed Sheeran” brasileiro, ela conta com a ajuda de sua melhor amiga encalhada e seu irmão gêmeo desajeitado.

 

Um romance azarento e fofo, Meu doce azar vai lhe trazer ótimas gargalhadas e a seguinte “incógnita”: dá para conquistar o amor da sua vida sem um empurrãozinho da sorte?

 

 

 

Beatriz Cortes é uma autora jovem pronta para transformar suas ideias e sentimentos em páginas de livros. Psicóloga, com 23 anos e nascida no interior do Rio de Janeiro, em meio a grande variedade de livros disponíveis no mercado, Beatriz Cortes faz parte de uma geração que se orgulha de poder contribuir para o crescimento e fortalecimento da literatura nacional. Leitora assídua desde a infância, a jovem é a autora de três livros publicados pela Novo Século Editora em seu selo principal, O outro lado da memória, Por uma questão de amor e Aonde quer que eu vá, romances que são capazes de emocionar leitores de todas as idades. Em Meu doce azar, a autora se desafia em um novo estilo, prometendo discutir com bom humor o importante papel da mulher na sociedade.

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