Aracaju, 20 de Novembro de 2018

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Viajando com Acácia Trindade

Por Acácia Trindade

Acácia Trindade é jornalista há 30 anos. Repórter , editora de Turismo e foi diretora do Jornal da Cidade e de Comunicação do Tribunal de Contas de Sergipe. Atualmente está chefiando a Ouvidoria da Corte de Contas. Mantém uma página sobre Turismo no Facebook - Viajando com Acácia Trindade. Agora passa a fazer parte do time do Conecte Mulher

 

07/11/2018
Verão: curta os balneários com segurança
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Quando os termômetros começam a subir e se aproxima o verão e as férias escolares, o destino preferido das famílias, principalmente com crianças, são os balneários. Até aí tudo certo, mas para que o lazer  não se transforme em tragédia, todo cuidado é pouco quando a diversão é na água.  O risco de afogamentos é eminente para quem sabe ou não nadar e se aventura nas águas sem o devido cuidado.


Dados do Corpo de Bombeiros de Sergipe já mostram isso. Este ano, antes do verão, já foram registradas 34 mortes por afogamento na capital e interior. Durante todo o ano passado, foram 42 mortes pelo mesmo motivo. Estas pessoas estavam se banhando nas praias, rios, açudes, lagos, barragens e tanques. Alguns até sabiam nadar, mas se  venturaram num local que não conheciam direito e foram tragadas pelas águas.


E é na medida em que o calor aumenta que os balneários ficam cheios. O cuidado com as crianças sempre tem que ser redobrado por parte dos pais e responsáveis. Nunca devem deixar os menores em piscinas brincando sem a presença do adulto ou salva-vidas.


Quando o caso são as praias, o alerta é para todos. O tenente coronel  Hector Silva Monteiro, do Grupamento de Busca e Salvamento, chama a  atenção dos banhistas que frequentam o litoral sergipano para a mudança das correntes marítimas ao se aproximar o verão. Ele explicou que nesta época ocorre o surgimento de calas, valões e enseadas, que  formam aquelas piscinas naturais e canais quando a maré seca. Estes locais ficam sem ondas e as crianças aproveitam muito.


O alerta, no caso, é para os banhistas que vão além destas valas em  busca das ondas.  Estes entram no mar, passam o tempo se banhando, não percebem que a maré encheu e ao retornarem, caem nos canais.  A  correnteza sempre puxa para algum lado, o que provoca um risco grande de afogamento até mesmo para quem sabe nadar, que pode ser acometido por um mal-estar, câimbra ou cansaço.


São nestas áreas perigosas que os salva vidas se concentram nesta época do ano. O tenente coronel Hector disse que é importante para quem flagra alguém se afogando e quer ajudar, levar algum material que flutua para a pessoa se apoiar, pode ser uma prancha, garrafa de plástico, entre outros. O alerta fica com o desejo de que você aproveite as férias em nosso litoral, com muita segurança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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