Aracaju, 24 de Abril de 2018

Coluna

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Aqui Entre Nós

Por Nazaré Carvalho

Nazaré Carvalho é graduada em Letras pela UFS, especialista em Direito Educacional, jornalista, radialista e apresentadora de televisão. Exerce atualmente o cargo de Assessora de Comunicação da Faculdade Pio Décimo

13/05/2016
Semana do Trânsito
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A educação é o instrumento capaz de formar cidadãos mais conscientes e preparados para enfrentar a vida e o trânsito.   No dia 11 de setembro do ano de 2001 o mundo parou por causa do atentado nos Estados Unidos, onde cerca de 3 mil pessoas morreram. Em nosso país, o trânsito faz o mesmo número de vítimas todos os meses, índice de fatalidade quatro vezes maior ao de países desenvolvidos.   


O Brasil tem prejuízo anual de R$ 105 milhões com acidentes de transito. São custos com perdas em produção, custos médicos, previdência social, custos legais, perdas materiais, despesas com seguro e custos com emergências entre outros.  Segundo as estatísticas os atropelamentos são responsáveis por 36% das mortes nas estradas brasileiras.


O pedestre só tem chance de sobreviver se o veículo estiver a 30km/h. Se o motorista estiver a 40km/h, a chance de óbito vai para 15%. A 60 km/h, a chance de morte cresce assustadoramente, vai para 70%. E, caso o pedestre seja apanhando a 80 km/h, provavelmente não terá qualquer chance de sobreviver.       


As campanhas em relação ao tema são veiculadas com certa frequência, porém nunca é demais que se destaque em oportunidades possíveis, como nesta semana lembrando que: Dirigir sob o efeito de álcool e substâncias entorpecentes; Trafegar em velocidade inadequada; Inexperiência e falta de conhecimento; Falta de atenção e falha de observação, são razões imperativas para os acidentes de trânsito.


O Bom motorista:

Conhece as leis do trânsito;

Usa sempre cinto de segurança;

Conhece detalhadamente o veículo;

Mantem seu veículo sempre em boas condições de funcionamento;

Faz a previsão da possibilidade de acidentes é capaz de evitá-los;

Toma decisões corretas com rapidez nas situações de perigo;

Não dirige cansado, nem sob efeito de álcool e drogas;

Não abusa de auto confiança para não colocar a sua vida e nem a de outros em risco. 

É preciso que todos procurem ter responsabilidade ao dirigir.

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