Aracaju, 16 de Outubro de 2018

Coluna

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Pensamento, palavra e ação

Por Suely Buriasco

Treinamentos em resolução de conflitos e coaching para equipes, familiares e pessoais.
Aprenda a administrar conflitos e fortaleça suas relações!

 

Suely Buriasco é  consultora em Mediação Corporativa, Mediação de Conflitos e Coach, atuando nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Educadora graduada em Estudos Sociais e pós-graduada em Docência Superior e Mediação de Conflitos e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas.  É articulista de jornais e sites, sempre abordando temas que incentivam o autoconhecimento e a busca pelo equilíbrio, harmonia e sabedoria. Possui dois livros publicados pela "Novo Século"Editora": Uma Fênix em Praga e Mediando Conflitos no relacionamento a dois.



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03/03/2015
Dia Internacional da Mulher - Celebrar e Refletir
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O Dia Internacional da Mulher, comemorado a cada oito de março, tem como origem as manifestações das mulheres, em todo mundo, desde o início do século XX por igualdade, melhor qualidade de vida e trabalho. Não se pode negar que de lá para cá muita coisa mudou e, nós mulheres, conseguimos uma representatividade expressiva em todos os setores de nossa sociedade. No entanto, estudos comprovam que muito ainda preciso ser feito no sentido de nos equiparamos aos homens em direito e condições de trabalho.
 

Tanto é assim que o discurso da atriz Patricia Arquette, ganhadora do Oscar de "Melhor Atriz Coadjuvante" pelo filme Boyhood, pediu a equiparação de direitos e de salários entre mulheres e homens. A tão proferida igualdade dos Estados Unidos da América tem se mostrado, já há algum tempo, superficial. Muitos comentários dão conta que até mesmo em Hollywood tanto os salários, como as premiações sofrem discriminações grotescas.
 

Ainda impressiona a quantidade de mulheres que vivem situações de total inferioridade, subjugadas a maridos que as violentam moralmente e de todas as formas possíveis. O fato é que muitas delas são tão dependentes financeira e emocionalmente que, embora procurem ajuda não se dispõem a agir de forma efetiva para mudar essa situação. Esse, certamente, continua sendo um problema social com abordagem no mundo todo.
 

Pior ainda é a falta de conscientização de grande parte delas que aceitam a desigualdade e subserviência sem revolta, sentindo-se, realmente, inferiores e indignas. Além de cultural, machismo também é questão educacional; basta ver como mulheres que se dizem independentes e modernas, ainda fazem distinção de tratamento e tarefas entre filhos homens e mulheres. Aliás, nesse quesito é forçoso admitir que as próprias mulheres têm grande responsabilidade em disseminar a desigualdade por muitas gerações e, infelizmente, muitas ainda agem dessa forma, mesmo que inconsciente.
 

Grandes mulheres do passado, que enfrentaram poderosas barreiras machistas, nos incentivam à luta pela igualdade de direitos que ainda está longe de acontecer. Que o discurso de Patricia Arquette represente a fala de cada uma de nós e que o nosso comportamento seja conivente com o desejo de um mundo mais justo e igualitário para todos.

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