Aracaju, 16 de Outubro de 2018

Coluna

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Pensamento, palavra e ação

Por Suely Buriasco

Treinamentos em resolução de conflitos e coaching para equipes, familiares e pessoais.
Aprenda a administrar conflitos e fortaleça suas relações!

 

Suely Buriasco é  consultora em Mediação Corporativa, Mediação de Conflitos e Coach, atuando nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Educadora graduada em Estudos Sociais e pós-graduada em Docência Superior e Mediação de Conflitos e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas.  É articulista de jornais e sites, sempre abordando temas que incentivam o autoconhecimento e a busca pelo equilíbrio, harmonia e sabedoria. Possui dois livros publicados pela "Novo Século"Editora": Uma Fênix em Praga e Mediando Conflitos no relacionamento a dois.



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08/08/2016
A empatia e a comunicação
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Um dos fatores predominantes na construção de conflitos é a maneira como as

pessoas expõem seus próprios pontos de vista. Isso é tão interessante que,

muitas vezes, duas pessoas se desentendem mesmo pensando da mesma

forma sobre uma questão. Na verdade, o que determina o grau de

entendimento é a forma pela qual a comunicação é desenvolvida, ou seja, não

é tanto o que se fala, mas como se fala.

 

Impor valores próprios cria ruídos na comunicação

 

Os juízos de valores representam um grande entrave nos relacionamentos,

pois o que se observa é que as pessoas tendem a desejar impô-los,

desrespeitando os valores dos outros. Julgando e rotulando pessoas acabamos

por marginalizá-las, conferindo-lhes um lugar perpétuo imposto simplesmente

pela discordância de ideias. Dessa forma não é possível desenvolver uma

comunicação eficaz e, levando em conta que as diferenças são muitas,

podemos concluir que ao tratarmos apenas com pessoas afins restringimos

imensamente a nossa convivência sadia.

 

Considerar o outro amplia possibilidades

 

Pela empatia abrimos novas alternativas e intensificamos as possibilidades de

entendimento com as pessoas que, de alguma forma, convivem conosco.

Afinal, a empatia nos proporciona dar significado aos sentimentos e convicções

que nos são alheios. Isso é engrandecedor, pois amplia nossa habilidade de

entender e se fazer entendido socialmente. A comunicação empática tem por

consequência melhorar nossa aptidão em construir bons relacionamentos,

estabelecidos não simplesmente pela afinidade de pensamentos, mas

substancialmente na consideração e respeito ao outro. Trocando em miúdos;

você pode se relacionar bem com qualquer pessoa, mesmo que ela pense

muito diferente de você. Não se trata de mudar as próprias concepções, mas

essencialmente de permitir que as outras pessoas também tenham as suas e,

mais ainda, que tenham esse direito, assim como você mesmo.

 

A compaixão flexibiliza julgamentos

 

Ao compreendermos sentimentos que não são nossos envolvemo-nos na

compaixão e desbloqueamos os canais de transmissão e recepção das

mensagens. Assim entendemos que, na maioria das vezes, o que impera nos

conflitos de relações não é o certo ou o errado, mas sim o diferente. Isso é

bárbaro, afinal, acabamos por usar as diferenças a favor da harmonia e nisso

reside ainda um grande crescimento pessoal que, fatalmente, terá reflexo em

todos os níveis de nossa vida.

 

Suely Buriasco

Coaching e Mediação de Conflitos

www.suelyburiasco.com.br

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